Em nosso canal, compartilhamos conhecimentos sobre práticas energéticas que produzem equilíbrio e transformação, e que nos apoiam na busca por uma vida melhor.

Sabendo que nossos corpos são, antes de tudo, manifestações de energias, e que matéria é apenas um estado mais denso delas, queremos falar sobre como essas energias se comportam, o que elas provocam e como nós podemos assumir, de fato, a responsabilidade sobre todos os aspectos de nossas vidas a partir da harmonização de nossa manifestação energética.

Se você se interessa por esses temas, convidamos para que se inscreva no canal. Assim você não perde nossos próximos vídeos e lives 🙂

#2 Carma

Muitas pessoas acreditam que o carma é um castigo, fruto de uma punição que recebemos por conta de erros cometidos em vidas anteriores. Mas, em princípio, o carma pode ser visto apenas como uma provocação para o equilíbrio baseada em temas escolhidos por nós.

Neste episódio, apresentamos essa visão e também falamos sobre como lidar com o conteúdo cármico pessoal.

20 de fevereiro: guarde esta data

No dia 20 de fevereiro, por conta de circunstâncias do ano astrológico, temos uma rara oportunidade de entrar em contato com nossa natureza original e com os planos que traçamos para esta vida.

Neste episódio, saiba mais sobre essa data e sobre como podemos acessar essa natureza que pertence a cada um e cada uma de nós.

#1 Energia

Este é o primeiro vídeo do programa “Uma vida melhor na matéria”, um bate papo sobre práticas energéticas que produzem equilíbrio e transformação.

Neste episódio, falamos sobre Energia em suas manifestações mais densas e sutis.

Sobre mim, Maria Guida

Nasci sensitiva, em 20 de fevereiro de 1953, no Rio de Janeiro. Solar Peixes. Ascendente Áries. Lua em Touro.

Dei muito trabalho a meus pais e avós, porque vivia doente, via coisas muito feias e chorava muito.

Em 18 de julho de 1988, imediatamente após a maior tragédia que já aconteceu na minha vida, tive o primeiro contato com um Mentor.

O Canal Siananda — sensitiva ligada à Fraternidade Cruzeiro do Sul, no Rio de Janeiro, me acolheu e orientou por vários meses, até que eu conseguisse superar a pior parte da crise que transformaria a minha vida para sempre. Todos os dias, eu ligava para ela às seis horas da tarde e ela, orientada pelo Mentor, me dizia o que eu deveria fazer no dia seguinte.

Depois que o pior ficou para trás, ela me aconselhou a procurar um Santuário da Fraternidade Branca. E foi lá, entre Apelos de Chama Violeta e Serviços Sagrados, que comecei a construir meu Antakarana.

Antakarana é o acionamento da pineal. A preparação do chakra coronário para receber a energia de outras dimensões.

Sete anos depois, conheci Eraldo Manfredi, um sensitivo que havia desenvolvido um novo método de Terapia de Vidas Passadas. Ele era muito bom no que fazia, e quando percebeu que eu era um Canal, me convidou para ajudá-lo em seus atendimentos como Captadora de Inconscientes.

Integrada à egrégora do trabalho de Eraldo, me senti confiante a ponto de permitir que as canalizações começassem a acontecer.

A princípio, eu não cobrava. Carregava comigo tanta alegria em retribuir, mesmo que para outrem, aquilo que recebi quando mais precisava, que nem pensava nisso.

Aos poucos, os guias me convenceram a cobrar. Quando comecei a cobrar, Romero Salazar surgiu como Mentor do meu trabalho. Dizia que um dia eu iria ter que deixar minha profissão para canalizar em tempo integral.

Em 2009, orientada por Romero, iniciei uma formação de dois anos em Ayurveda e pedi demissão da empresa onde havia trabalhado por oito anos. Levei algum tempo para me desligar totalmente daquilo que eu achava que mais gostava de fazer na vida: roteiros para vídeo.

Segundo Romero, se eu atendesse uma pessoa por dia, cobrando o valor que ele havia determinado, eu não teria nenhum problema com dinheiro. E não tive. Até hoje é ele quem estabelece quando e para quanto eu devo aumentar o valor das consultas. E eu obedeço.

Em 2013, fui a Abadiânia com um grupo de clientes para conhecer João de Deus. Olhando nos olhos de Dom Inácio, entendi que o que eu fazia era pouco. Quase nada. Depois de quatro dias na corrente que ancora o trabalho de João de Deus, eu estava determinada a fazer mais.

A partir desta mudança interna, aceitei liderar o Grupo de Apoio Espiritual Maria Menina, criado por Romero. Sua firme e serena orientação tornou possível o desenvolvimento de novos trabalhos.

Não sou médium, sou captadora de inconscientes. E é só por causa disso que, ao invés de captar energias compatíveis com a minha mônada, os que naturalmente têm sintonia comigo, posso vibrar como vibra a pessoa que está sentada à minha frente e, assim, oferecer meu Canal para que o Mentor dela se manifeste.

Canalizar não é um dom. É algo que qualquer um pode fazer desde que se prepare.

Canalizar pode ser um carma, como no meu caso. Mas carmas existem para serem harmonizados. E quando você harmoniza seu carma, realização e felicidade podem finalmente ser percebidas como algo real.

Sobre mim, Murilo

Numa manhã do primeiro semestre de 2016, acordei com uma leve coceira nas costas. Antes do banho, localizei com a ajuda de dois espelhos pequenas lesões na região lombar, de aparência semelhante à de acnes que começam a despontar.

Durante os dias seguintes, outras lesões como aquelas começaram a surgir nos braços, na posterior das coxas e nas panturrilhas. As primeiras, da lombar, aumentavam gradativamente de tamanho e, na maior parte dos casos, formavam aquela casquinha típica da fase de cicatrização de um machucado.

Nesses primeiros momentos, dei pouca importância a essas lesões, como era habitual no meu trato com o corpo. E também porque, desde criança, já presenciara inúmeras manifestações na pele muito branca e sensível. Não eram incomuns erupções disformes ou manchas inexplicáveis, que eram extraídas ou tratadas com nitrogênio líquido. Isso sem contar as dezenas de verrugas e de pintas espalhadas por todo o corpo, que também demandavam acompanhamento e, de vez em quando, remoção. Então, imaginei que aquela fosse mais uma reação qualquer, a ser resolvida por meu próprio sistema imunológico, ou que demandaria algum cuidado básico se não melhorasse logo.

Ainda hoje é difícil compreender como não me dei conta daquele processo enquanto ele acontecia. Sob uma distância temporal de 4 anos, a impressão que tenho agora é de que, num belo dia, acordei e percebi que todo o meu corpo estava tomado por lesões abertas. Mas é claro que não aconteceu assim. Muitas coisas ocorreram até que se chegasse àquele estado, mas logo aprendi que uma das grandes dificuldades de quem está mergulhado na inconsciência é justamente prestar atenção em si – no seu corpo, nas suas emoções e, principalmente, nos seus pensamentos.

Mas aconteceu justamente isso. Em pouco mais de 2 meses, meu corpo estava tomado por lesões abertas, com exceção da região genital e da face. Essas lesões iam e voltavam mas, nos meses mais agudos, era raro encontrar mais de cinco centímetros quadrados de pele que não estivessem cobertos por uma. Se no início eram pequenas e discretas, algumas chegaram a ter 12 cm de diâmetro, e com secreção quase permanente.

Logo se tornou muito difícil sair de casa. Em seguida, tive dificuldade de vestir roupas. Em dado momento, ficou desconfortável até mesmo permanecer deitado, pois a secreção das lesões secava no lençol e, ao levantar, acabava me machucando ainda mais.

O primeiro médico dermatologista com quem me consultei me viu já com algumas lesões abertas. Depois de fazer muitas perguntas e de olhar detidamente a maior parte da pele, disse que não era possível concluir muita coisa, e me receitou uma combinação de corticoide com antibiótico (o primeiro de 8). Também solicitou uma cultura para fungos e bactérias (a primeira de 5) e uma biópsia (a primeira de 9), pedindo que eu voltasse dali a duas semanas.

Duas semanas depois, o quadro estava um pouco mais grave. Mais lesões, mais secreção, biópsia inconclusiva e cultura positiva tanto para fungos como para bactérias. Diante disso, ele receitou outro antibiótico e uma injeção com corticoide, que finalmente conseguiu fechar a maior parte das lesões. Senti um alívio e presumi que o fim daquela tormenta estava próximo.

Ledo engano. À medida que o efeito do corticoide passava, as lesões reabriam.

***

Vou aqui poupar os leitores e leitoras do périplo completo a partir de então. Bastará dizer que passei por quase uma dezena de médicos diferentes, incluindo uma junta composta por 9 dermatologistas de uma faculdade de medicina do interior de São Paulo. Durante os 8 meses seguintes, foram encontrados fungos, bactérias e ácaros parasitando minha pele. As nove biópsias, analisadas por um grande laboratório paulista de dermatologia e revisadas pelo laboratório do Hospital das Clínicas da USP, vieram inconclusivas.

A principal suspeita, de doença autoimune, não encontrou total respaldo nos resultados das biópsias, mas optou-se por direcionar o tratamento como se aquilo fosse Pênfigo, também conhecido como “fogo selvagem”, uma patologia autoimune considerada rara. A prescrição, no entanto, era a mesma: corticoide simples combinado com um antibiótico, mas desta vez um ultracontrolado, produzido por poucos laboratórios no país e utilizado, prioritariamente, no tratamento de hanseníase (lepra).

Os resultados, no entanto, continuavam insatisfatórios. A cada vez que se trocava o antibiótico, ou se aumentava a dose do corticoide, parecia haver leve melhora, mas não se sustentava por muito tempo. E, com a pele toda exposta, a internação hospitalar se tornava inviável.

Em certa ocasião, quando nada mais parecia surtir efeito, cheguei a me preparar para morrer, e o fiz com uma serenidade bastante assustadora. Disse para minha companheira à época que, se fosse aquele o momento, eu estava com a consciência tranquila, pois havia feito tudo o que estava a meu alcance. Não sem razão, fui reprimido.

Num desses dias em que sentia um misto de tristeza e resignação, tive uma ideia. Lembrei-me de uma pessoa que vivia na casa compartilhada em que morei por pouco menos de um mês, quando voltei a São Paulo e estava prestes a alugar um novo apartamento. Era uma terapeuta holística que, na época, dividia seu tempo entre atendimentos a seus clientes e leituras de livros de Osho. Certa vez, durante minha estadia na casa, ela me convidou para passar por uma sessão de Reiki no ambulatório gratuito que voluntariamente liderava. Sempre fui bastante cético em relação a essas questões, mas me lembrava de ter saído daquela sessão me sentindo muito bem, e naquele ponto sentia que eu não tinha muito mais a perder.

Sem pensar muito, liguei. Depois de me ouvir atentamente, recomendou que eu fosse até ela no dia seguinte para uma sessão de craniossacral, uma terapia corporal baseada no toque sutil. Ainda me recordo dos seus olhos surpresos e aflitos ao me ver com a pele naquele estado.

O resultado daqueles toques em pontos estratégicos no meu corpo foi quase imediato: eu, que durante aquele período sentia muito frio mesmo no verão, fui tomado por um intenso calor, tendo deixado o lençol e a maca sob mim absolutamente ensopados.

Após a sessão, ela me sugeriu tentar outras terapias oferecidas naquele espaço. Com isso, voltei para mais sessões de Reiki, descobri a medicina Ayurveda e passei a ter contato com algumas práticas espirituais, como alinhamento de chakras, yoga e meditação, além de outros trabalhos de mobilização de energias. Também me foi recomendado um tempo diário de atenção ao meu corpo e, sobretudo, aos meus pensamentos, dando início a uma longa e oportuna jornada de autoconhecimento e de tomada de consciência.

Para um cético como eu, foi extremamente difícil crer que aquela simples mudança de postura, aliada a novos hábitos alimentares e a tratamentos com ervas, faria com que a mesma medicação usada havia meses surtisse qualquer efeito, e que meu estado crítico de saúde melhorasse.

Mas, ao observar resultados concretos em poucos dias, posso dizer que me tornei um homem de fé – não em relação ao Deus cristão ou aos querubins porque, sinceramente, isso é algo me escapa. Mas fé nessa possibilidade de sermos, todos e todas, pessoas criadoras de nossa própria realidade. E fé na ideia de que, para isso acontecer, é preciso trabalhar dia após dia sobre esse campo que se convencionou a chamar de energia.

Afinal de contas, aprendi que fé é apenas o apreço por aquilo que funciona, e esse caminho funcionou muito bem para mim.

O espaço que me acolheu e no qual tive acesso às terapias e práticas que mencionei foi este Instituto Círculo Mágico. Alguns meses mais tarde, já recuperado, me tornei um de seus colaboradores voluntários nas ações que, a meu ver, apoiam as pessoas a trilharem o mesmo caminho que venho trilhando. A criação deste canal é uma delas.

Sejam muito bem-vindas e bem-vindos.