O I Ching não nasceu como oráculo.

Ele é um código de conduta. Uma compilação das melhores estratégias utilizadas pelos Imperadores Chineses no enfrentamento e solução de dificuldades e situações-limite.

Ao longo dos séculos, essas diferentes formas de solucionar questões vitais para os soberanos e também para o povo foram compiladas pelos conselheiros dos Imperadores e se transformaram numa coleção de 64 diretrizes ou grandes conselhos: os 64 hexagramas e suas interpretações. Isso é o que hoje conhecemos como I Ching: O Livro das Mutações.

Conheci o I Ching no início de 1983, logo depois do nascimento de minha filha.

Sonhei que deveria comprar e ler o livro. Acordei, fui a uma livraria, comprei e comecei a ler imediatamente.

Assim que terminei a leitura, iniciei as primeiras tentativas para utilizá-lo como oráculo, ainda com as moedas.

Em 1986, ganhei as varetas. Um amigo me ensinou a utilizá-las.

Desde então, o I Ching se tornou um grande conselheiro.

Nos momentos de grande desequilíbrio é que ele mais me vale, fazendo por mim o que todo livro sagrado é capaz de fazer – lembrar-me de que tudo passa e de que não há solução para nenhum problema sem centramento, compreensão e aceitação das circunstâncias e situações que estamos vivendo.

Utilizado como código de conduta, ele nos fornece uma base segura para a reta ação.

Utilizado como oráculo, ele nos oferece uma visão clara das probabilidades de futuro que estamos criando, a partir das nossas atitudes do passado e escolhas que fazemos no presente.

Caso queira se aproximar deste grande livro e precise de ajuda, podemos agendar sessões, sempre às segundas, às 16 horas.

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